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"Queremos manter o Brasil no lugar que ele merece"

03.02.2025  |    631 visualizações

Eduardo Schuster, atleta brasileiro com mais participações em Mundiais de Eisstocksport, projeta uma boa participação na Áustria

Santa Cruz do Sul – O atleta de eisstocksport, Eduardo Schuster, definiu sua ida ao Mundial da Áustria, em Kapfenberg, na última hora. Mesmo assim, o recordista em participações brasileiras nesta competição – são 10 no total -, diz que o País pode desempenhar um bom papel na Europa, mais uma vez. Schuster destaca que as demais nacionalidades respeitam os brasileiros pela capacidade de adaptação às diferentes situações. O Mundial da Áustria ocorre entre 23 de fevereiro e 10 de março. Confira na sua entrevista abaixo.  

Como o Brasil chega para esta edição do Mundial?

Eduardo Schuster - O Brasil já não é visto como mais um país a jogar Eisstocksport. Já são mais de 20 anos de história nos mundiais, onde os resultados obtidos, do juvenil ao adulto, fazem com que sejamos muito respeitados.

Quais as expectativas em termos de competição?

Eduardo Schuster - As expectativas são sempre as melhores, sabemos nossas limitações e desafios, porém isso nunca fez com que não déssemos o nosso melhor nas pistas de gelo. A equipe esse ano tem totais condições de levar o Brasil a brigar por boas posições e quem sabe até por medalhas.

O que mudou em termos de força do esporte no Mundo?

Eduardo Schuster - Hoje alguns países estão à frente do esporte como Áustria, Alemanha e Itália. O Brasil, a Suíça e a República Tcheca vêm logo na sequência. Em alguns mundiais inclusive já fizemos frente contra as principais equipes do esporte. Nosso maior objetivo como equipe, é colocar novamente o Brasil na semifinal, algo que já aconteceu no mundial de 2018.

O Brasil pode surpreender?

Eduardo Schuster – O Brasil já é bastante respeitado por toda trajetória em mundiais passados, então sempre tem a chance de surpreendermos. Temos excelentes atletas e podemos fazer frente com qualquer equipe.

Como funciona a adaptação à quadra, isso sempre é muito difícil?

Eduardo Schuster - Treinar no concreto e jogar no gelo nunca foi fácil, muita coisa muda, temperatura, piso e material são as principais. Muitas vezes o tempo de preparação no gelo é muito pequeno, tendo que ser rápida a adaptação para encarar os jogos.

Você é um dos atletas com maior experiência em mundiais, o que representa este campeonato particularmente para você?

Eduardo Schuster - Já é meu 10º mundial, sou um dos atletas que está indo na edição atual que tem mais experiência em pistas de gelo. Já são três finais individuais seguidas, além de já ter conquistado o vice-campeonato mundial, ao lado do Sérgio, do Samuel e do Dudu em 2014. Particularmente, poder estar fazendo parte desta delegação é muito importante, posso contribuir muito com o nosso objetivo, que é manter o Brasil no lugar que ele merece, no topo do Eisstocksport mundial.

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