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Mercado de logística vive em constante transformação

27.03.2025  |    179 visualizações

Empresas do setor precisam se adaptar constantemente às variações pelas quais o mercado da logística está intimamente ligado

Santa Cruz do Sul – O mercado da logística no Brasil está em constante transformação. Isso para se adaptar às dificuldades impostas por causa de diversos fatores, como alta dos insumos, as deficiências de infraestrutura e uma política de valorização do setor.

O CEO da VBR Logística, Vanir Balduíno Rothen, destaca que as empresas do setor precisam se adaptar constantemente às variações pelas quais o mercado da logística está intimamente ligado. “A empresa que estiver atenta à estas variações e conseguir se adequar o mais rapidamente a isso, sempre vai correr na frente. E assim é em relação às inovações tecnológicas, que surgem a cada dia”, observa.

O mercado da logística tem uma grande relevância dentro do PIB nacional. Representa em torno de 13%, segundo dados do Instituto de Logística e Suply Chain (Ilos) e tende a ter uma importância cada vez maior em função do constante crescimento do comércio eletrônico.

Em termos mundiais, segundo Vanir Rothen, algumas mudanças também podem acontecer nos próximos anos devido a posse do presidenteamericano, Donald Trump e pela postura que ele vem adotando. Pode se esperar algumas mudanças no cenário logístico mundial, mas ainda não existem certezas. “O que de fato sabemos é que o mercado logístico sempre foi muito dinâmico e em constante transformação”.

Em termos de Rio Grande do Sul, o Estado ainda se ressente da enchente de 2024, implicando em dificuldades com o estado das rodovias, que aumenta muito o custo dos transportes. Mas existe um aspecto novo em relação à logística que precisa ser considerado. O projeto para a construção do novo porto de Arroio do Sal, que pretende atender a uma demanda especialmente de empresas da Serra Gaúcha.

“O Porto do Rio Grande tem uma atuação estratégica para o Estado, porém, com o projeto de Arroio do Sal, é possível haver alterações neste cenário em longo prazo”, complementa o CEO Vanir Balduíno Rothen.

Combustíveis

Outra dificuldade do setor é relacionada à alta do preço dos combustíveis, que ocorreu na virada do mês de janeiro e fevereiro. Houve um aumento de 4,55% no preço do diesel, resultado do reajuste de R$ 0,19/litro da Petrobrás e do acréscimo de R$ 0,06/litro no ICMS. “O diesel é o maior custo operacional do transporte rodoviário, e esse aumento pressionará o preço dos fretes, impactando diretamente a economia gaúcha, já fragilizada pela inflação e pelos desafios da reconstrução após as enchentes”, observa. Segundo ele, é preciso um debate maior sobre esta situação, que compromete a competitividade do setor produtivo, encarece insumos e bens essenciais.

 

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